Quem entrega o quê. Quem recebe o quê. Quem decide o quê. Tudo escrito em linguagem clara — para que a aliança nasça com contrato e siga por anos sem desconfiança.
A divisão de trabalho é a primeira proteção da aliança. Sem zona cinza, sem retrabalho, sem mal-entendido.
Define a régua técnica, conduz aulas, mentorias e a Sala Ouro, assina ensaios e dá o aval editorial final.
Constrói e opera a Plataforma, dirige o time, executa marketing, vendas, finanças e tecnologia.
30 cadeiras × R$ 6.000 = R$ 180k/mês. Receita previsível, alta margem, baixo volume.
500 alunos × R$ 497 médio = R$ 248k/mês. Receita de escala digna, com retenção de 18 meses.
Eventos presenciais, livros, parcerias institucionais. Aproximadamente R$ 60k/mês em regime maduro.
Receita total consolidada da Aliança Institucional, em regime maduro — sem incluir consultorias avulsas e parcerias premium.
Curva moderada nos primeiros 6 meses, aceleração entre o 7º e o 12º mês, regime maduro a partir do 18º.
Sem letra miúda. Sem exceção esquisita. A receita líquida — depois de custo direto — é dividida pelo princípio de paridade material.
Meses 1 a 12. Investimento alto da operação, ainda sem regime maduro de receita.
Meses 13 a 36. Marca consolidada, receita previsível, escala em pleno funcionamento.
A partir do 37º mês. Marca como ativo de longo prazo, com possibilidade de licenciamento.
Os percentuais são ponto de partida — ajustáveis na sessão de fechamento, com mediação contratual.
Tudo que envolve régua técnica, currículo, posição pública e curadoria de membros é decidido exclusivamente pelo titular. Não há voto sobre o que é assinado pelo seu nome.
Tecnologia, marketing, contratações, fornecedores, ferramentas, design e operação são decisões do operador — desde que respeitem o orçamento aprovado em conjunto.
Mudança de modelo de negócio, abertura de novas linhas de receita, parcerias externas, captação de capital. Exige acordo dos dois sócios — com cláusula de mediação obrigatória em caso de dissenso.
Mensal: revisão de painel, número e editorial. Trimestral: planejamento e ajustes. Semestral: auditoria. Anual: balanço, decisão de fase e revisão de cláusulas.
Bom. Agora resta a parte mais importante: o cronograma. Mês a mês, o que será construído — e o que o senhor verá funcionando em cada estação.